A crise política e diplomática ganhou um novo capítulo! Poucas horas depois das sanções impostas pelos Estados Unidos à sua esposa e ao Instituto que leva seu nome, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, partiu para o ataque e determinou que a Polícia Penal do Distrito Federal entregue, em até 24 horas, um relatório detalhado sobre todos os veículos que visitaram o ex-presidente Jair Bolsonaro no último dia 12 de setembro.
Moraes quer saber quem entrou, quem saiu, quem dirigia, quem estava dentro dos carros e como as vistorias foram feitas naquele dia. A ordem atinge diretamente a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAPE), responsável pelo monitoramento.
O despacho de Moraes ocorre em meio à turbulência provocada pela condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe após as eleições de 2022. O ex-presidente recebeu aliados e apoiadores em sua residência no dia seguinte, levantando suspeitas sobre movimentações atípicas.
A ofensiva de Moraes acontece logo após Washington mirar sua própria família com sanções econômicas e restrições de visto. O ministro classificou a atitude americana como “ilegal e lamentável” e afirmou que não aceitará intimidações de nenhuma potência estrangeira.
O clima em Brasília é de tensão máxima:
- Aliados de Bolsonaro acusam Moraes de perseguição.
- Governistas falam em “defesa da Constituição”.
- A diplomacia brasileira se vê pressionada a reagir às sanções dos EUA.





