O Sistema Sicredi registrou R$ 31,1 bilhões em benefícios econômicos destinados aos associados em 2025. O resultado representa crescimento de 22% em relação ao ano anterior e é o maior da série histórica da instituição financeira cooperativa.
O levantamento considera mais de 10 milhões de associados em todo o país. Na média, o impacto econômico foi de R$ 3,1 mil por associado no último ano.
O cálculo é feito por meio do Índice de Benefícios Econômicos do Sicredi, o BES, desenvolvido com base em metodologia do Banco Central. O indicador mede a economia real gerada aos associados a partir da atuação da instituição financeira cooperativa.
O índice é formado por três componentes. O Benefício Econômico de Crédito, o BEC, calcula a economia em operações de crédito com taxas médias mais baixas em comparação ao Sistema Financeiro Nacional. Já o Benefício Econômico do Depósito, o BED, mede o ganho adicional obtido por meio de remuneração mais elevada em depósitos.
O terceiro componente é o Benefício Econômico do Exercício, o BEE, que considera a distribuição de resultados, o pagamento de juros ao capital e valores revertidos aos associados por meio de ações educacionais e sociais.
Na área de atuação da Sicredi Sudoeste, os benefícios econômicos destinados aos associados somaram R$ 715 milhões em 2025, crescimento de 20,7% em relação ao ano anterior.
Desse total, R$ 467,6 milhões foram originados do Benefício Econômico de Crédito, R$ 120,8 milhões vieram do Benefício Econômico de Depósitos e R$ 126,6 milhões corresponderam ao Benefício Econômico do Exercício.
Segundo a instituição, os números refletem o impacto do cooperativismo de crédito no desenvolvimento financeiro dos associados e das regiões onde o Sicredi atua.
O Sicredi possui mais de 3 mil agências e está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.







