O megaempresário Eraí Maggi Scheffer, sócio-proprietário do Grupo Bom Futuro, defendeu que o Parque Novo Mato Grosso seja concedido à iniciativa privada após a conclusão das obras. Segundo ele, o empreendimento foi projetado para se tornar autossustentável no futuro.
A declaração foi dada em meio às discussões sobre o volume de recursos públicos destinados ao projeto. A previsão é de que o parque custe cerca de R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos. Recentemente, o empreendimento recebeu reforço de R$ 56,6 milhões por meio de remanejamento orçamentário.
De acordo com Eraí, o parque deve funcionar inicialmente como uma vitrine do potencial turístico e econômico de Mato Grosso. No futuro, a proposta é que o espaço tenha “vida própria” e passe a ser administrado pela iniciativa privada por meio de concessão.
O empresário afirmou que o complexo poderá atrair visitantes de outros estados e até de outros países, movimentando setores como hotelaria, comércio e serviços. Para ele, o empreendimento deve marcar uma nova fase para Mato Grosso.
Eraí também rebateu críticas sobre os investimentos públicos no projeto. Segundo o empresário, o parque foi idealizado para atender principalmente a população de baixa renda, oferecendo uma opção de lazer para pessoas que não conseguem viajar.
A área onde o Parque Novo Mato Grosso está sendo construído possui 300 hectares e foi doada pelo Grupo Bom Futuro.
O complexo prevê estrutura com autódromo, kartódromo, lago esportivo, espaço para shows, pistas esportivas, museu do agro e estacionamento com capacidade para mais de 12 mil veículos.






