O ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, do PSD, reagiu à representação apresentada pela Federação União Progressista ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso.
A ação pede que Emanuel e o ex-governador Pedro Taques, do PSB, sejam proibidos de utilizar a expressão “Mauro Master” em manifestações públicas e nas redes sociais.
O apelido é usado por adversários políticos em referência a investigações envolvendo suposto favorecimento ao Banco Master.
Em vídeo publicado nas redes sociais na terça-feira (30), Emanuel ironizou o pedido feito à Justiça Eleitoral e voltou a repetir a expressão várias vezes.
A Federação União Progressista, presidida por Mauro Mendes, sustenta que o apelido tem caráter negativo e pode prejudicar a imagem do ex-governador durante o período pré-eleitoral.
Mauro Mendes é apontado como possível candidato ao Senado nas eleições de 2026.
Durante a gravação, Emanuel acusou Mauro de tentar censurar manifestações políticas e cobrou explicações sobre as menções ao Banco Master.
O ex-prefeito também afirmou que teria sido perseguido politicamente pelo ex-governador.
A representação foi protocolada na segunda-feira (29), depois que Emanuel Pinheiro e Pedro Taques passaram a utilizar a expressão em publicações nas redes sociais.
Segundo a ação, o termo teria potencial depreciativo e poderia causar danos à imagem política de Mauro Mendes.
A federação pede que o TRE-MT conceda liminar para impedir o uso da expressão pelos adversários.
A reportagem do VGN procurou a assessoria de Mauro Mendes para saber se ele gostaria de comentar as declarações de Emanuel e as acusações de perseguição política.
A assessoria informou que o ex-governador não irá se manifestar sobre o assunto.





