Sites falsos usam nome de Flávio Bolsonaro para pedir doações e exibem arrecadação de R$ 284 mil

Foto: Reprodução

O Partido Liberal emitiu um alerta sobre sites falsos que utilizam o nome do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, para solicitar contribuições financeiras pela internet.

Segundo nota divulgada pela Direção Nacional do PL no domingo (2), pelo menos três endereços eletrônicos estariam simulando campanhas de arrecadação eleitoral sem autorização do partido ou do candidato.

Um dos sites exibia a informação de que já teria arrecadado mais de R$ 284 mil em doações.

O valor, no entanto, aparece como uma informação apresentada pela própria página suspeita. Não há confirmação de que o montante tenha sido efetivamente transferido ou recebido pelos responsáveis.

PL identifica três endereços suspeitos

Conforme o comunicado, os sites identificados como fraudulentos são “campanhaflavio.com.br”, “flavioodobrasil.com” e “campanhapresidenteflavio.com”.

Duas das páginas afirmavam atuar dentro das normas, apesar de, segundo o PL, não possuírem qualquer autorização para arrecadar recursos em nome de Flávio Bolsonaro.

A legenda reforçou que os endereços não têm ligação com o partido, com a candidatura ou com a equipe do senador.

Partido orienta apoiadores

O PL recomendou que os apoiadores confiram atentamente o endereço da página antes de fazer qualquer contribuição.

A orientação também é evitar links encaminhados por mensagens, perfis de redes sociais ou páginas desconhecidas.

O partido informou que possui um único canal oficial destinado ao recebimento das contribuições eleitorais.

Vítimas devem procurar o banco

As pessoas que já fizeram pagamentos por meio das páginas apontadas como falsas devem registrar um boletim de ocorrência.

O PL também recomenda que a vítima entre imediatamente em contato com a instituição bancária para solicitar a tentativa de devolução do dinheiro transferido por Pix.

O caso poderá ser investigado para identificar os responsáveis pela criação das páginas, verificar quanto dinheiro foi efetivamente arrecadado e localizar possíveis vítimas.

Até o momento, a reportagem não informa se houve prisões ou se os responsáveis pelos sites já foram identificados.

Compartilhe :

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *