O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento da ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. A informação foi confirmada por veículos nacionais neste fim de semana.
O procedimento tratava de uma arguição de suspeição — instrumento usado para discutir eventual impedimento ou falta de imparcialidade de magistrado em determinado processo. A medida foi aberta após a Polícia Federal encaminhar ao STF um relatório com informações extraídas do celular de Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, com menções a Toffoli.
Com o arquivamento, Toffoli não foi declarado suspeito no caso. Na prática, embora já não seja o relator da investigação, ele pode, em tese, participar de eventuais julgamentos relacionados ao processo no Supremo.
A mudança ocorre após Toffoli deixar a relatoria do caso em 12 de fevereiro, com redistribuição ao ministro André Mendonça, que passou a conduzir os desdobramentos do caso Banco Master.
A decisão de Fachin foi noticiada em meio à reorganização interna da tramitação do caso no STF e ao aumento da repercussão política e jurídica envolvendo a investigação.







