A escalada do conflito no Oriente Médio passou a impactar o mercado de combustíveis em Mato Grosso, com reflexos diretos sobre gasolina e diesel. A tensão envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã elevou o preço internacional do petróleo e aumentou a pressão sobre distribuidoras e consumidores no Estado.
Com a disparada do barril no mercado global, o setor já observa encarecimento dos derivados importados. Segundo dados divulgados pelo Sindipetróleo e repercutidos em reportagem sobre o tema, o aumento foi de 38% no diesel importado, 52% na gasolina e 62% no diesel S10.
Mesmo sem reajuste oficial nas refinarias da Petrobras, a pressão internacional já começou a chegar à cadeia de distribuição. Outra reportagem sobre o assunto informa que os preços foram elevados após a valorização do petróleo, em um movimento que amplia a preocupação com novos repasses ao consumidor final.
O cenário externo agravou a defasagem entre os preços internos e o mercado internacional. Em Mato Grosso, a diferença já chega a 17% na gasolina e a 29% no diesel, de acordo com publicação que acompanha os impactos da crise energética sobre o setor.
A alta do petróleo ocorre em meio ao agravamento das tensões geopolíticas e à incerteza sobre o abastecimento global. Nos últimos dias, reportagens internacionais registraram forte avanço do Brent, que superou os US$ 100 e alimentou temores de nova onda de inflação, com efeitos sobre transporte, logística e custo de vida.
Em Mato Grosso, o reflexo mais imediato é a possibilidade de aumento nos combustíveis, com impacto em toda a cadeia econômica, especialmente no transporte de cargas, no agronegócio e no orçamento dos motoristas. Essa conclusão é uma inferência econômica consistente com a alta de diesel e gasolina já reportada nas publicações consultadas.






