O empresário e lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, investigado por suspeita de articular um esquema de venda de decisões judiciais com ramificações em tribunais como o STJ, TJMT e TJMS, estaria com o estado de saúde em deterioração na prisão, segundo relato da esposa, a advogada Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves.
De acordo com a reportagem, Andreson estaria detido na Penitenciária Federal de Brasília desde novembro de 2025. A defesa afirma que o quadro clínico é grave e pede providências diante do risco à integridade física do preso.
A matéria cita que um exame solicitado pela família em junho de 2025 apontou polineuropatia periférica sensitivo-motora. Também é mencionado que Andreson é diabético e passou por cirurgia bariátrica em 2020. Ainda conforme o texto, documentos juntados ao processo indicariam perda de cerca de 30 quilos desde a prisão, com alegação de agravamento do estado geral.
Na linha do tempo apresentada, o investigado teria obtido autorização para prisão domiciliar em julho de 2025, mas retornou ao regime fechado após decisão do Supremo Tribunal Federal em 12 de novembro de 2025, quando uma avaliação teria indicado recuperação clínica.
O texto também menciona que, em outubro de 2025, durante o período em domiciliar, ele teria sido alvo de busca e apreensão e que um segurança foi preso em flagrante ao tentar ocultar um celular, em episódio ligado à investigação.






