Lula ordena expulsão de servidor da CGU flagrado agredindo mulher e criança

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a expulsão de um servidor da Controladoria-Geral da União (Controladoria-Geral da União – CGU) flagrado em vídeo agredindo uma mulher e uma criança no Distrito Federal. A ordem foi dada após a repercussão das imagens, que circularam nas redes sociais e causaram forte indignação pública.

Segundo informações divulgadas, o servidor, que ocupava cargo na CGU, foi identificado como o autor das agressões contra a ex-companheira e uma criança de quatro anos, em um episódio registrado por câmeras e testemunhas. As imagens mostram o momento em que as vítimas são atacadas, caracterizando violência física grave.

Ao tomar conhecimento do caso, o presidente Lula classificou o episódio como “agressão covarde” e afirmou que não haverá qualquer tolerância com violência praticada por agentes públicos, especialmente contra mulheres e crianças. Lula ordenou ao ministro da CGU a adoção imediata das providências administrativas, incluindo a abertura de processo disciplinar para a expulsão do servidor do quadro do órgão.

A Controladoria-Geral da União confirmou a instauração dos procedimentos internos e informou que colaborará integralmente com as investigações conduzidas pelas autoridades policiais.

Paralelamente às medidas administrativas, o caso é apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal, que investiga os crimes de lesão corporal e violência doméstica, com base na legislação penal e na Lei Maria da Penha. As vítimas receberam atendimento e foram orientadas quanto às medidas de proteção cabíveis.

O episódio gerou ampla repercussão política e social, reacendendo o debate sobre responsabilização de servidores públicos envolvidos em crimes e a necessidade de atuação rigorosa do Estado diante de casos de violência.

Em nota, o governo federal reforçou que condutas criminosas são incompatíveis com o exercício da função pública e que servidores envolvidos em atos de violência responderão tanto na esfera administrativa quanto na criminal, sem qualquer tipo de privilégio.

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