VÁRZEA GRANDE (MT) – O mistério que abalou Dona Rozeli, a personal trainer de 33 anos teve, enfim, sua confissão oficial: um policial militar admitiu ter puxado o gatilho contra ela em um assassinato à queima-roupa. A Polícia Civil ouviu o militar que confessou o crime, ocorrido no dia 11 de setembro de 2025, e Várzea Grande ficou ainda mais chocada com cada detalhe revelado.
Era manhã de um quarta-feira, por volta das 6h30, quando Rozeli saía para trabalhar no bairro Cohab Canelas. Dois homens em uma moto a seguiram, em alto risco. O garupa sacou uma arma enquanto os veículos seguiam em movimento, tiros disparados contra Rozeli ainda dentro de seu carro. Ela morreu no local, sem chance de defesa.
O suspeito, um militar, foi preso no domingo seguinte, após cumprimento de mandado de prisão em Cuiabá. Ele estava acompanhado da Polícia Militar e de seu advogado. Em interrogatório realizado na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), confessou que foi ele quem efetuou os disparos fatais.
Após a confissão, o suspeito foi liberado para retornar ao Batalhão da Força Tática, lá ficará preso à disposição da Justiça, mas sob custódia militar. A investigação está a cargo dos delegados Edison Pick e Bruno Abreu. A liberação para custódia militar gerou revolta entre quem esperava prisão em cadeia.





