A Procuradoria-Geral da República teria defendido no Supremo Tribunal Federal a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro em razão de agravamento no estado de saúde. A informação que atribui a manifestação ao parecer assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet Branco.
Segundo a reportagem, o quadro clínico de Bolsonaro teria se deteriorado após um episódio recente que exigiu internação hospitalar e cuidados intensivos. O texto afirma que o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia aspirativa associada a lesão renal aguda, situação que demandaria acompanhamento médico contínuo e assistência especializada.
De acordo com a publicação, a PGR sustenta que o ambiente prisional citado na manifestação não teria condições de garantir o atendimento adequado ao caso clínico. Por isso, o parecer apontaria a necessidade de adoção de medida excepcional, com base na preservação da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana.
Ainda conforme a matéria, o procurador-geral argumenta que houve fato superveniente relevante capaz de justificar a revisão das condições de cumprimento da pena. A decisão sobre o pedido, segundo o texto, ficará a cargo do Supremo Tribunal Federal.







