Bastidores pegam fogo em Brasília: relator fala em dosimetria, mas petistas endurecem posição contra “afrouxar punições”
Brasília viveu uma noite de alta tensão política! Após reunião com o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto que discute anistia e redução de penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro, o PT fechou questão: não vai aceitar abrandar as punições.
Paulinho vinha articulando uma saída “intermediária”, defendendo a redução das penas em vez de uma anistia ampla, mas os petistas bateram o pé. Para o partido, qualquer concessão seria vista como afronta à democracia.
“O país não pode passar a mensagem de que atacar instituições compensa”, teria dito um parlamentar petista nos corredores da Câmara.
A rejeição do PT joga gasolina no fogo das discussões, já que a oposição pressiona por perdão e parte do Centrão tenta costurar um meio termo.
Com o regime de urgência já aprovado, o projeto deve ir ao plenário em ritmo acelerado. Mas agora, com a posição firme do PT, cresce a expectativa de um embate explosivo entre governo, oposição e Centrão.
O futuro dos réus do 8 de janeiro está no centro de uma batalha política que promete estremecer Brasília nos próximos dias.





