Mesmo após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano Donald Trump, o governo dos Estados Unidos decidiu manter as sanções aplicadas pela Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras.
A medida, que impõe bloqueio de vistos e restrições financeiras, permanece em vigor e foi confirmada por fontes diplomáticas. O governo norte-americano reiterou que a legislação será usada como instrumento de combate à corrupção e violações de direitos humanos, sem exceções.
Durante o encontro entre os dois líderes, Lula solicitou revisão das sanções e argumentou que as medidas prejudicam a cooperação bilateral e o diálogo institucional.
No entanto, a Casa Branca informou que não há previsão para alteração da política e que cada caso será avaliado individualmente.
A manutenção das sanções frustra expectativas de alívio diplomático e reforça o uso da Lei Magnitsky como instrumento de pressão política.
Analistas avaliam que a decisão reflete uma postura de endurecimento dos Estados Unidos em relação a países com pendências em temas como transparência, governança e direitos humanos.
A Lei Magnitsky foi criada em 2012 e permite ao governo norte-americano impor sanções a pessoas e instituições envolvidas em corrupção ou abusos de direitos humanos, congelando bens e restringindo viagens internacionais.
A legislação vem sendo aplicada em diversos países e é considerada uma das principais ferramentas de pressão diplomática dos EUA.





