Donald Trump, acompanhado por Benjamin Netanyahu, lançou oficialmente um plano com 20 pontos para encerrar o quase bienal conflito entre Israel e Hamas em Gaza. A proposta já foi respaldada publicamente por Israel e está ganhando repercussão global.
O QUE PROPÕE O PLANO
- Um cessar-fogo imediato, seguido da libertação de todos os reféns israelenses dentro de 72 horas.
- Israel se compromete a uma retirada gradual, começando com posições avançadas, com supervisão internacional.
- O Hamas ficaria proibido de participar do governo futuro de Gaza, membro que se render ou desarmar teria anistia e segurança garantida.
- Um governo de transição tecnocrático com supervisão internacional seria criado para gerir Gaza.
- Ajuda humanitária seria entregue por organizações neutras como a ONU, com reconstrução econômica e técnica.
O plano despertou reações intensas:
- O Papa expressou esperança de que o Hamas aceitasse a proposta.
- Países árabes, nações ocidentais e organizações internacionais reagiram com cautela, reconhecendo como uma nova oportunidade diplomática ou criticando falhas no texto.
- Hamas afirmou que ainda não recebeu oficialmente o plano e que vai analisá-lo “de boa-fé”.





