A atriz Luana Piovani teria assinado contrato no valor de R$ 300 mil para participar de uma campanha contra a PEC 65/2023, que trata da autonomia financeira e administrativa do Banco Central.
A informação foi revelada pela Folha de S.Paulo e repercutiu no meio político e nas redes sociais.
De acordo com a publicação, a contratação foi feita pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, o Sinal, por meio do conselho regional do Distrito Federal.
O valor teria sido aprovado em ata de reunião realizada no dia 9 de junho.
A campanha previa a gravação e publicação de um vídeo nas redes sociais da atriz com críticas à proposta em tramitação no Congresso Nacional.
A PEC 65/2023 prevê mudanças no modelo de funcionamento do Banco Central, ampliando a autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira da instituição.
No vídeo, Luana Piovani se posicionou contra a proposta e afirmou não considerar adequada a mudança no modelo atual do Banco Central.
A atriz também classificou a medida como uma tentativa de “privatização” da instituição.
A contratação gerou debate público sobre o uso de influenciadores e artistas em campanhas de posicionamento político e institucional.
Para o sindicato, a mobilização busca alertar a população sobre possíveis impactos da PEC na estrutura pública do Banco Central.
A proposta segue em discussão e divide opiniões entre defensores da ampliação da autonomia da autoridade monetária e críticos que veem risco de enfraquecimento do controle público sobre a instituição.






