Tangará da Serra terá dois representantes na disputa por cadeiras na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.
As convenções partidárias realizadas nesta semana homologaram as candidaturas do vice-prefeito Eduardo Sanches, pelo União Brasil, e da vereadora Sarah Botelho, pelo PSD.
Com as definições, os dois nomes passam a representar oficialmente o município na corrida por uma das vagas de deputado federal por Mato Grosso.
Eduardo Sanches é homologado pelo União Brasil
Atual vice-prefeito de Tangará da Serra, Eduardo Sanches teve sua candidatura confirmada durante a convenção estadual do União Brasil.
Com a homologação, ele deixa a condição de pré-candidato e passa a integrar a chapa proporcional do partido para a Câmara dos Deputados.
Eduardo Sanches buscará ampliar a representação política de Tangará da Serra e da região Médio-Norte em Brasília.
Sarah Botelho disputará pelo PSD
A vereadora Sarah Botelho também teve sua candidatura homologada durante a convenção estadual do PSD.
Ela está no primeiro mandato na Câmara Municipal de Tangará da Serra e disputará pela primeira vez uma vaga de deputada federal.
A candidatura coloca uma representante do Legislativo municipal na disputa nacional e amplia as opções apresentadas aos eleitores do município.
Wagner Ramos fica fora da disputa
A oficialização das duas candidaturas encerra a expectativa sobre uma possível participação do ex-deputado estadual Wagner Ramos na eleição para a Câmara Federal.
Wagner pretendia disputar uma vaga pelo MDB, mas o partido decidiu não formar uma chapa para deputado federal em Mato Grosso.
A legenda concentrará seus esforços nas candidaturas à Assembleia Legislativa e na campanha da deputada estadual Janaína Riva ao Senado.
Com essa decisão, Wagner Ramos ficou fora da disputa proporcional federal pelo partido.
Município busca representação em Brasília
Com Eduardo Sanches e Sarah Botelho, Tangará da Serra terá dois nomes ligados diretamente ao município na disputa pela Câmara dos Deputados.
Os candidatos deverão buscar votos em Tangará, na região Médio-Norte e em outros municípios de Mato Grosso.
Depois das convenções partidárias, os nomes ainda precisam ser registrados e analisados pela Justiça Eleitoral.
A homologação partidária, portanto, representa uma etapa do processo eleitoral e não garante automaticamente o deferimento definitivo das candidaturas.






