O empresário e ex-senador Cidinho Santos, do Progressistas, afirmou que a disputa pela Presidência da República continua polarizada entre o senador Flávio Bolsonaro, do PL, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
A avaliação foi apresentada na terça-feira (28), durante a convenção estadual do PSDB, realizada em Cuiabá.
Apesar de enxergar dificuldades para o crescimento de candidaturas alternativas, Cidinho elogiou o influenciador e pré-candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão.
Segundo o empresário, Renan causou uma impressão positiva durante a recente passagem por Mato Grosso.
Cidinho classificou o pré-candidato como inteligente e preparado e afirmou que a visita contribuiu para divulgar nacionalmente aspectos positivos do Estado.
Visita teria promovido Mato Grosso
Durante a passagem pelo Estado, Renan Santos conheceu iniciativas e estruturas relacionadas ao agronegócio, à infraestrutura e à educação.
Conforme Cidinho, o pré-candidato utilizou suas redes sociais para compartilhar o que conheceu e comparar o desenvolvimento de Mato Grosso com a realidade de outras regiões do país.
Na avaliação do articulador político, essa divulgação representou uma publicidade positiva para o Estado e ajudou a apresentá-lo como referência nacional.
Cidinho considerou que a visita foi importante mesmo que Renan ainda apareça distante dos principais nomes da disputa presidencial.
Polarização deve continuar
Embora tenha reconhecido o surgimento de novos nomes, Cidinho afirmou que o cenário político nacional continua concentrado entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Para ele, o tempo disponível até a eleição pode não ser suficiente para que uma terceira candidatura consiga modificar significativamente a disputa.
O empresário avaliou que a polarização entre PT e PL deverá permanecer durante a campanha.
Segundo Cidinho, o resultado poderá ser definido pelos erros cometidos por cada lado, com vantagem para o candidato que conseguir evitar maiores desgastes.
A avaliação representa a opinião política do ex-senador sobre o atual cenário eleitoral e não uma previsão definitiva do resultado das urnas.





