Faissal ironiza repercussão de Rolex após virar alvo da Polícia Federal

Foto: Reprodução

O deputado estadual Faissal Calil ironizou, nas redes sociais, a repercussão de um relógio de luxo exibido pela Polícia Federal durante a Operação Gemini, investigação que apura um suposto esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro.

Durante um pedal por Várzea Grande, o parlamentar apareceu em tom descontraído e fez referência ao objeto que ganhou destaque após a divulgação de imagens da operação. Na publicação, ele disse: “Que horas são no meu Rolex?”

A fala ocorreu após a repercussão do relógio entre apoiadores, críticos e veículos de imprensa. Segundo a matéria, o item acabou se tornando um dos principais símbolos da operação nas redes sociais.

Faissal afirmou que o Rolex não pertence a ele. O deputado também declarou que, durante o cumprimento de mandado em sua residência, a Polícia Federal teria apreendido apenas o telefone celular.

A Operação Gemini é um desdobramento de investigações sobre suspeitas de comercialização de decisões judiciais e lavagem de dinheiro. Além de Faissal, a apuração também envolve o desembargador afastado Dirceu dos Santos.

A manifestação do parlamentar foi vista como uma tentativa de responder à crise em tom de ironia. No mesmo contexto, Faissal também rebateu críticas sobre suposta ausência em Várzea Grande, ao mostrar que estava circulando pela cidade.

As investigações seguem em andamento, e não há condenação contra o deputado no caso.

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